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Como reduzir os custos em condomínios?

Como reduzir os custos em condomínios?

Luzes acesas sem necessidadevazamentos, funcionários, excesso no consumo de água, manutenção das áreas comuns, principalmente piscinas e brinquedotecas, são os principais responsáveis pelo aumento de custos em condomínios,  sendo, muitas vezes, os grandes responsáveis pela inadimplência. No entanto, é perfeitamente possível implantar nos condomínios, seja por meio do trabalho de síndicos ou de administradoras, programas para redução de despesas. Nestes, enquadram-se revisões simples, porém constantes, manutenção de equipamentos, escolha correta de dispositivos, trabalho em equipe e gestão de custos

Havendo comprometimento, a redução de custos pode representar lucratividade e economia, proporcionando, ainda, qualidade nos serviços prestados sem diminuir os benefícios existentes em um condomínio. Sendo assim, uma boa gestão, com administração consciente e focada nos gastos, sempre será econômica e trará valores reduzidos na taxa condominial. Neste sentido, será possível reduzir os custos nos seguintes segmentos:

- Água e piscinas

Quando o condomínio não possui a cobrança de água individualizada, qualquer medida para redução de custos pode refletir muito na economia. Vazamentos, descargas, torneiras, uso de mangueiras para limpezas e manutenção dos jardins, entre outros, devem ser revistos para diminuir custos. Despesas de água podem chegar a 15%. Torneiras e descargas podem ser substituídas por modelos mais modernos e com menos vazão, vassouras e panos podem substituir o uso frequente da mangueira, além disso, nem toda área comum precisa de limpeza diária.

- Iluminação

Os custos com energia elétrica podem chegar a 6% e as medidas são simples, como substituir lâmpadas atuais por modelos mais econômicos, instalar sensores de presença em áreas comuns, principalmente as que possuem mais circulação de pessoas, como garagens e portaria, desligar as luzes das áreas de lazer após o horário de encerramento das atividades, checar as luzes dessas áreas durante o dia e, também, orientar condôminos sobre a responsabilidade de cada um.

- Folha de Pagamento

Nesta lista entram salários e seus encargos, como férias, folgas, horas extras, 13º salário, INSS, FGTS, PIS, vale transporte, dissídio anual, etc. Estas despesas podem representar até 65% dos custos do condomínio. Otimizar as funções dos colaboradores, cortar horas extras e nomear um responsável para cobrar as atividades dos demais podem representar o começo de uma redução de despesas.

- Manutenção de equipamentos

Elevadores, para-raios, portões eletrônicos, câmeras de segurança, interfones, fiação, geradores, entre outros equipamentos, podem representar até 12% dos custos quando não recebem os cuidados ideais. Prevenção, antes de qualquer dano maior, é sempre melhor. Substituir peças e rever os contratos de manutenção, principalmente dos elevadores, são bons caminhos para reduzir custos nesta área. 

- Compra de insumos

Organizar as compras e tabelá-las é uma boa saída para evitar gastos desnecessários. Muitas vezes, menos é mais e comprar produtos com melhor qualidade pode ser mais vantajoso. Compre os produtos de limpeza em atacado, pois são mais baratos, e oriente os funcionários sobre o seu uso consciente, evitando o desperdício.   

Por onde começar?

Implantar uma gestão de custos é possível em qualquer condomínio, independente do tamanho. Para isso, é necessário empenho e compromisso, que podem começar por:

- Análise da documentação contábil;

- Análise de contratos de prestadores de serviços;

- Avaliação de processos de compras de insumos associada às rotinas administrativas e operacionais;

- Avaliação de desempenho dos funcionários do condomínio;

- Revisão, sugestão, avaliação de novos projetos e implantação.

Fonte: Qualiti Imóveis

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